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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Parábola do crescimento espontâneo

Parábola do crescimento espontâneo – ou Parábola da Semente: (Mc 4:26-29)
Somente Marcos nos apresenta essa parábola, sendo-lhe exclusiva. Campbell Morgan acredita que foi a sua primeira parábola, ao começar a falar aos seus discípulos em parábolas.
O reino de Deus, em contraste com os reinos governados pelos homens, significa o seu domínio, o seu reinado, o seu triunfo sobre todas as atividades humanas. Mas para que a sua colheita possa chegar, é necessário que, primeiro, a semente seja semeada. Olhemos agora para a parábola e vamos nos empenhar em entender as partes que a formam. Em primeiro lugar, há:
Semeador. Quem é esse homem mencionado na parábola? O homem que lança a semente representa todos os que Deus usa no estabelecimento de seu reino dentro do coração dos homens e no mundo.
Semente. Não há dúvida de que é a Palavra de Deus, cuja energia, secreta e invisível, pode tornar os homens "filhos do reino". A Bíblia era em primeiro lugar uma erva, no Pent…

LIVRO DE JUÍZES: a crise moral de Israel

O livro de Juízes recebe esse nome em virtude dos líderes militares e civis levantados por Deus para livrar Israel de seus opressores. O título hebraico traduzido por Juízes é seguido por versões antigas e modernas.
Os juízes não tinham formação oficial para julgar disputas legais como a palavra juiz dá hoje a entender. Eles eram líderes dotados pelo Espírito, escolhidos por Deus para tarefas específicas. Dois dos líderes, Otniel e Eúde, são descritos como “libertadores”. Só Gideão não é chamado juiz ou libertador, mas se diz que livrou Israel. Em um caso, o Senhor é descrito como “juiz”.
O livro de Juízes não revela sua autoria. A tradição judaica de que Samuel escreveu o livro não pode ser comprovada. Alguns estudiosos crêem, porém, que Samuel é o que melhor se adapta às evidências do livro.

É provável que o livro tenha sido compilado durante o início da monarquia. As fontes do livro foram reunidas de maneira gradual, em vários estágios, para for…

MARCOS: O Evangelho do Servo do Senhor

O Evangelho de Marcos começa dizendo que o assunto do livro é a boa notícia a respeito de Jesus Cristo, isto é, o Evangelho, anúncio de o tempo de Deus trazer salvação para a humanidade chegou.
Estrutura do livro

1. Prólogo temático: O evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus (1.1-15)
a) início do evangelho (1.1)
b) a pregação de João Batista (1.2-8)
c) a tentação de Jesus no deserto (1.12,13)
d) o início da proclamação de Jesus (1.14,15)
2. Jesus invade o deserto e a cidade com as boas-novas (1.16-8.26)
a) o ministério inaugural de Jesus na Galiléia (1.16-3.6)
b) o ministério itinerante (3.7-6.29)
c) Jesus e retira para o deserto além da Galiléia (6.30-7.23)
d) a missão dos gentios (7.24-8.10)
e) questões relativas a sinais e visões (8.11-26)
3. Jesus invade a cidade hostil de Jerusalém (8.27-15.47)
a) a viagem a Jerusalém, (.8.27-15.47)
b) Jesus enfrenta Jerusalém (11.1-13.37)
c) Jerusalém se opõe a Jesus (14.1-15.47)

INTRODUÇÃO ÀS PARÁBOLAS DOS EVANGELHOS

O termo parábola significa literalmente comparação. É fazer uma comparação. Os dois elementos linguísticos que originaram o termo (para + ballo) significam colocar junto; colocar lado a lado; colocar uma coisa ao lado de outra para fins de comparação.

A parábola é uma comparação extraída da natureza ou da vida diária destinada a esclarecer verdades da esfera espiritual. Ela por uma lado oculta o ensino, e por outro revela-o, dependendo isso do tipo de ouvinte (Mc 4.11, 12; Lc 8.10). Para os indiferentes a Deus e as suas coisas, a parábola é apenas uma história, um relato de fatos reais ou possíveis. Para os espirituais e sedentos da verdade, ele revela os mistérios do reino dos céus no seu aspecto atual (Mc 13.3-53).

Distribuição das parábolas nos Evangelhos:

Das trinta e sete parábolas apresentadas nos Evangelhos, elas encontram-se distribuídas da seguintes forma:
Mateus nos dá onze das parábolas de Jesus, não encontradas nos outros Evangelhos:

1.O joio, Mt 13.24-30, 36-43.
2.O tesouro esc…

O COLAPSO DO MOVIMENTO EVANGÉLICO

Dois pastores paulistas se fantasiam de Fred e Barney. Isso mesmo, fantasiados de Flintstone, entre gracejos ridículos, acreditam que estão sendo “usados por Deus para salvar almas”. Na rádio, um apóstolo ordena que tragam todos os defuntos daquele dia, pois ele sente que Deus o “ungiu para ressuscitar mortos”.
Os jornais denunciam dois políticos de Minas Gerais, “eleitos por suas denominações para representar os interesses dos crentes”, como suspeitos de assassinato. O rosário se alonga: oração para abençoar dinheiro de corrupção; prisão nos Estados Unidos por contrabando de dinheiro, flagrante de missionários por tráfico de armas; conivência de pastores cariocas com chefões da cocaína .
Fica claro para qualquer leigo: O movimento Evangélico brasileiro se esboroa. O processo de falência, agudo, causa vexame. Alguns já nem identificam os evangélicos como protestantes. As pilastras que alicerçaram o protestantismo vêm sendo sistematicamente abaladas pelo segmento conhecido como neopentec…