Pular para o conteúdo principal

OS PREJUÍZOS DO "APAGÃO" NO REINO DE DEUS

Na última terça-feira (09/11/2009) por volta das 22:15, quando voltava pra casa fui surpreendido pelas lâmpadas de alguns postes que se apagaram subitamente. Em um primeiro momento achei que era apenas algumas lâmpadas que se queimaram. Não havia me dado conta de que na verdade estava acontecendo um verdadeiro “apagão”.

Ainda estava pensando na aula que acabara de dar sobre tópicos em teologia contemporânea e pós-moderna.

Quando cheguei em casa e liguei a TV, praticamente todos os noticiários estavam falando do apagão que se dera em 18 estados brasileiros e em quase 90% do Paraguai. Os noticiários nem tinham ainda informações precisas das causas do apagão, quando um comentarista já estava falando dos “prejuízos” causados pelo apagão. Nos dias que se seguiram os noticiários tinham sempre em pauta como tema principal o “apagão”. Noticiava-se que o ocorrido redundava não apenas em prejuízos econômicos, mas também em uma disputa política. Assim o Governo petista teve que se explicar à oposição, e foi tema de discussõe dos Senado e Congresso nacional.
Afinal de contas no ocorrido apagão não faltou energia mas problemas nas redes de transmissões.


AÍ PENSEI COMIGO, SERÁ TAMBÉM QUE NÃO NOS DAMOS CONTA DE QUE TAMBÉM HAJA UM “APAGÃO” NO MEIO EVANGÉLICO?

O Senhor Jesus disse: “EU SOU A LUZ DO MUNDO” Mt 4.16, em outro momento também disse: “VÓS SOIS A LUZ DO MUNDO” Mt 5.14. E a narrativa bíblica continua:

Em Mt 5.14-16, o Senhor Jesus nos adverte: Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Em Mt 6.23 Ele continuou dizendo: Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!

Em Jo 3.17-21 temos: Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus.

Na verdade Jesus continua sendo a LUZ DO MUNDO, mas a impressão que tenho é a de que nós como igreja às vezes não conseguimos TRANSMITIR AO MUNDO a luz de Cristo. E qual seria o prejuízo disso para o Reino de Deus? Será que teríamos como “medir”, “calcular ou dimensionar” os efeitos do “APAGÃO DA IGREJA”?

Pela manhã quando pequei o ônibus para ir para o trabalho lí no “Jornal do Ônibus” uma propaganda sobre a “Marcha para Jesus” que se dará no próximo dia 14/11. Refletí por alguns momentos, se há algum resultado duradouro um evento como esse. Um bando de gente que se diz evangélica que se aglomera pelas ruas da cidade, cada qual seguindo seus líderes, suas convicções doutrinárias e escondidas atrás de uma "identidade denominacional". Isso significa ser luz para o mundo?

Por incrível que pareça, durante o expediente de trabalho tive que pegar um outro ônibus e quando olhei o jornal no “mural” ainda era uma edição antiga e que propagava a “Parada Gay/2009”. Assim passei a pensar que relação poderia haver entre esses dois eventos à não ser o cunho político por trás de tais manifestações.

É surpreendente, mas nesse exato momento quando escrevo estas linhas (11/11/2009) o “Jornal Nacional” acabou de veicular algumas notícias sobre o “apagão de energia” e uma das notícias foi sobre a Promotoria americana que aceitou da Promotoria do Estado São Paulo, denúncia contra a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS e contra o BISPO EDIR MACEDO e mais 9 aliados que de acordo com o promotor americano Adam Kauffman, eles poderão ser indiciados por estelionato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

O noticiário (rádio, TV e dos jornais) conclui que somente o tempo será capaz de revelar exatamente o que levou ao apagão, e a dimensão do prejuízo causado. E eu fico a pensar comigo mesmo, só o tempo será capaz de mostrar os prejuízos advindos da não transmissão da luz de Cristo à contento, da nossa parte.

Seria isto (a não transmissão adequada da luz de Cristo) fruto da pós-modernidade (relembro a aula que havia dado) ou fruto de uma ação maligna no mundo (como diriam os teólogos pré-reformistas) ?.
SOLA CHRISTUS!!!
SOLA LUX!!!
FIAT LUX ECLESIAE!!!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

QUANDO O CINTO SE ROMPE!

Hoje pela manhã quando estava colocando o cinto na calça como de costume, ele quebrou. Se quebrou onde dificilmente quebraria, na fivela. Quando isto aconteceu, lembrei-me do cinto roto descrito em Jr 13.1-11, e de várias outras ocasiões em que o cinto é descrito na Bíblia. Há pelo menos cinco palavras hebraicas e uma palavra grega para cinto1.
1) Abnet usada 9 vezes em Ex 28.4, 39, 40, Lv 8.7, 13 e Is 2.21.
2) Ezor, 14 vezes em II Rs 1.8; Is 5.27; 11.5; Jr 13.1, 2, 4, 6, 10 e 11.
3) Chagor usada 4 vezes em I Sm 18.4; II Sm 20.8; Pv 31.24 e Ez 23.15.
4) Chagorah ocorre 3 vezes em 2 Sm 18.11; i Rs 2.5 e Is 3.24.
5) Mezach aparece apenas uma vez em Sl 109.19, e
6) Zóne que ocorre 8 vezes em Mt 3.4; 10.19; Mc 1.6; 6.8; At 21.11, Ap 1.13; 15.6.
O uso de pelo menos 39 registros da palavra cinto no texto bíblico. Isto significa que este não era apenas uma peça de enfeite de vestuário. Não era apenas uma faixa de pano para ser usada á altura da cintura, como tamb…

LIVRO DE JUÍZES: a crise moral de Israel

O livro de Juízes recebe esse nome em virtude dos líderes militares e civis levantados por Deus para livrar Israel de seus opressores. O título hebraico traduzido por Juízes é seguido por versões antigas e modernas.
Os juízes não tinham formação oficial para julgar disputas legais como a palavra juiz dá hoje a entender. Eles eram líderes dotados pelo Espírito, escolhidos por Deus para tarefas específicas. Dois dos líderes, Otniel e Eúde, são descritos como “libertadores”. Só Gideão não é chamado juiz ou libertador, mas se diz que livrou Israel. Em um caso, o Senhor é descrito como “juiz”.
O livro de Juízes não revela sua autoria. A tradição judaica de que Samuel escreveu o livro não pode ser comprovada. Alguns estudiosos crêem, porém, que Samuel é o que melhor se adapta às evidências do livro.

É provável que o livro tenha sido compilado durante o início da monarquia. As fontes do livro foram reunidas de maneira gradual, em vários estágios, para for…

INTRODUÇÃO ÀS PARÁBOLAS DOS EVANGELHOS

O termo parábola significa literalmente comparação. É fazer uma comparação. Os dois elementos linguísticos que originaram o termo (para + ballo) significam colocar junto; colocar lado a lado; colocar uma coisa ao lado de outra para fins de comparação.

A parábola é uma comparação extraída da natureza ou da vida diária destinada a esclarecer verdades da esfera espiritual. Ela por uma lado oculta o ensino, e por outro revela-o, dependendo isso do tipo de ouvinte (Mc 4.11, 12; Lc 8.10). Para os indiferentes a Deus e as suas coisas, a parábola é apenas uma história, um relato de fatos reais ou possíveis. Para os espirituais e sedentos da verdade, ele revela os mistérios do reino dos céus no seu aspecto atual (Mc 13.3-53).

Distribuição das parábolas nos Evangelhos:

Das trinta e sete parábolas apresentadas nos Evangelhos, elas encontram-se distribuídas da seguintes forma:
Mateus nos dá onze das parábolas de Jesus, não encontradas nos outros Evangelhos:

1.O joio, Mt 13.24-30, 36-43.
2.O tesouro esc…