segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O SALMO DE DAVÍ, QUANDO ELE TEVE EM MINAS GERAIS

O sinhô é o meu pastô e nada há de me fartá
Ele me faiz caminhá pelos verde capinzá
Ele tamém me leva pros corgos de água carma
Inda que eu tenha qui andá nos buraco assombrado
lá pelas encruzinhada do capeta
não careço tê medo di nada
pru-modo-de-quê Ele é mais forte que o “coisa-ruim”
Ele sempre aprepara pra nóis uma boa bóia
na frente di tudo quanto é maracutaia
E é assim que um dia quando a gente tivé mais-pra-lá-do-qui-pra-cá
nóis vai morá no rancho do sinhô
pra inté nunca mais se acabá…AMÉIM!